Por Plínio Gentil, na Carta Capital e no GGN.
Consta do noticiário que, no dia 7 de fevereiro, o ministro da Economia, participando de seminário na Escola de Finanças da Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro, teria afirmado que os funcionários públicos, graças as suas aposentadorias e salários, tornaram-se parasitas (da sociedade). Consta ainda que, mais recentemente, o ministro se desculpou, dizendo que suas palavras foram reproduzidas fora do contexto e que, na verdade, se expressara mal, pedindo escusas a quem pudesse “descuidadamente ter ofendido”.1