Órgão deu ao Santander Cultural prazo de 24 horas para responder se acatará a recomendação
Publicado no site: GauchazhAcusada de conter obras que ofendiam símbolos católicos e que faziam apologia à pedofilia e à zoofilia, a mostra foi precocemente cancelada no último dia 10. O prazo do MPF para que o Santander responda se acatará ou não a recomendação é de 24 horas. A instituição não é obrigada a seguir a sugestão dos procuradores, mas corre o risco de enfrentar uma ação judicial.
A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão ressalta que os organizadores da exposição poderão adotar medidas informativas ou de proteção à infância e à adolescência no que diz respeito a eventuais representações de nudez, violência ou sexo nas obras expostas e também medidas visando a garantia da segurança das obras e dos visitantes.
Outra recomendação do MPF é que o museu realize, a seu custo, nova exposição em proporções e objetivos similares a que foi interrompida e que esta esteja aberta ao público em um período não inferior a três vezes o tempo em que a Queermuseu permaneceu sem visitação.