Com informações do site da Fenaj.
"A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) é um dos espaços, ao lado da JusDh (Articulação Justiça e Direitos Humanos) e do Fórum Justiça, para discussão de um novo sistema de justiça. Os meios de comunicação e a sociedade precisam participar dessa discussão", afirmou Berclaz, reforçando a importância do evento.
Marcio Berclaz, durante fala no eventoMediado pelo advogado Nuredin Allan, integrante da ABJD, o debate teve também a participação da jornalista Ana Carolina Caldas, do Brasil de Fato Paraná, do professor e advogado criminalista José Carlos Portella Jr, e da jornalista Paula Zarth Padilha, representando a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).
Da esquerda para a direita: Marcio Berclaz, Paula Zarth, Nuredin Allan, Ana Carolina Caldas, José Carlos Portella JrOs juristas abordaram aspectos relacionados à legalidade da Operação Lava Jato, defenderam também um ativismo contra-hegemônico na advocacia e que o conteúdo dos vazamentos pode ser utilizado pelas defesas dos réus na operação. A jornalista do Brasil de Fato falou sobre a importância da contra-narrativa, que tem forte atuação no Estado do Paraná.
Durante o ato, o Instituto Declatra (Defesa da Classe Trabalhadora) lançou o livro “Relações Obscenas”, com resenhas de juristas sobre a publicação de vazamentos das mensagens de telegram dos procuradores da operação Lava Jato, pelo site The Intercept Brasil.
Público atento ao debate.Fotos: Joka Madruga/Instituto Democracia Popular